Os deuses da empregabilidade não me deixaram trabalhar na Encol

Encol

Em 1996 eu  já atuava no segmento de construção civil. Por sugestão de meu cunhado Aloisio, entreguei meu curriculum a ele, que encaminhou para o departamento de marketing da Encol, na época a principal empresa do segmento. Em 1990, havíamos trabalhado juntos na campanha de Francisco Soares a deputado distrital. Sua cortesia rendeu uma entrevista com Gina, Diretora de Marketing, que na época pretendia implantar uma divisão de marketing direto na Encol. O trabalho desenvolvido era, para mim, o estado da arte em marketing imobiliário. Fiquei entusiasmado com a proposta, mas Gina deixou claro que a contratação ainda dependia da implementação da nova divisão. Resumindo: a vaga era minha, mas teria que esperar. No problem. Alguns meses se passaram e nenhuma novidade surgiu relativa àquele emprego. Em novembro de 1997, a Encol entrou em processo de concordata. Em 1999, a empresa faliu, deixando 792 edifícios inacabados e milhares de pessoas sem o sonho da casa própria. Os deuses da empregabilidade que acreditava terem me abandonado, na verdade me protegiam.

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2 comentários sobre “Os deuses da empregabilidade não me deixaram trabalhar na Encol

  1. Boa noite Elias! Isto só valida ainda mais a frase que diz: “Às vezes, quando tudo dá errado acontecem coisas tão maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo.” (Autor Desconhecido). Na hora ficamos chateados com as frustrações, mas o tempo mostra que nada acontece por acaso! 🙂
    Sucesso para ti!

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