Hora de autocrítica, queridos publicitários!

Um publicitário deseja vender seu veículo usado, que vale R$ 20.000,00. dirige-se à loja de anúncios classificados do jornal de maior circulação de sua cidade e pede que o atendente digite seu anúncio no menor espaço possível, para economizar com o anúncio.

O atendente diz que o anúncio mais barato custa R$ 5,96, com 2 linhas de texto. Não linhas de  uma lauda comum, mas cerca de 50 caracteres. O texto diz: “VW GOL 2004, verm., ar, ve, de, rll, bag, dh. 8453-7982.”

Não, não é texto de telegrama. É o anúncio que o publicitária criativamente redigiu, de forma sintética, para descrever as principais características do automóvel. Você entendeu o texto?

Pois é, para economizar alguns trocados, o publicitário arrisca-se a não ter seu texto compreendido. Isto é mais ou menos o que acontece com o anunciante ranzinza, cliente seu, que rejeita a proposta de um anúncio mais vistoso, o qual visa um resultado melhor de vendas.

Alguma coisa errada com o publicitário anunciante do veículo usado? Talvez falta de autocrítica, pois assim como ele age, o seu cliente, também anunciante, o faz igualmente. Não está na hora de darmos exemplo e investir corretamente nossa “verba publicitária”?

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