Elias Rodrigues de Sousa

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Quidam, a música

05/12/2009 · Deixe um comentário

“Seu mundo é seu/não meu, Quidam./Seus sonhos são seus/Você pode ter tocado as estrelas/mas eles não foram levados/E se você chegar para mim/Não posso escolher/Por segurar sua mão/Eu poderia sorrir/ou talvez eu possa virar/Eu sou um homem comum”. Composta por Interpretada Mathieu Lavoie e Audrey Brisson-Jutras, a música Quidam representa bem o universo do Cirque Du Soleil. Em letra e melodia harmoniosas, a dupla encanta com graça e talento. Vale a pena ver os vídeos sobre o espetáculo e conhecer mais o trabalho dos músicos do Cirque Du Soleil.

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This is it: um tributo a um inovador

03/11/2009 · Deixe um comentário

Em outros posts, chamei a atenção para as virtudes de Michael Jackson. Neste fim de semana, fui assistir a This is It, crente de que era um filme caça-níquel com retalhos de cenas antigas com cenas novas. Surpreendi-me pela quantidade de imagens coletadas nos ensaios e a montagem primorosa capitaneado por Kenny Ortega, diretor do espetáculo que seria apresentado inicialmente em Londres. O filme emociona por mostrar Michael e sua busca pela perfeição nos ensaios. O clima é de saudosismo, mas também de novidade, com gosto de quero mais. Na produção do espetáculo, fica evidente a busca pela inovação, por querer estar sempre na vanguarda do show business. MJ sabia dançar, sabia cantar e sabia produzir. É difícil falar nele com verbos no passado. Suas lições estão presentes hoje em filmes como This is It, um filme que é, na verdade, uma homenagem aos fãs, por mostrar um lado diferente de um artista completo. Pela primeira vez em algumas décadas, senti vontade de assistir um filme novamente na grande tela. E vou fazê-lo logo!

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Vem aí o Woodstock tupiniquim

27/10/2009 · Deixe um comentário

Joel Rosanman, Michael Lang e John Roberts (já falecido), produtores da primeira edição de Woodstock

Joel Rosanman, Michael Lang e John Roberts (já falecido), produtores da primeira edição de Woodstock

Em post de 15/08/09, registrei que o lendário Festival de Woodstock completara 40 anos. Pois bem. Eduardo Fischer, presidente do Grupo Totalcom, vem envidando esforços no sentido de realizar no próximo ano a versão brasileira do histórico festival. Par isto, ele já se reuniu com os produtores Joel Rosenman e Michael Lang, além dos herdeiros de John Roberts. O trio foi responsável pela organização do evento em 1969, que marcou época ao unir música, contracultura e pacifismo. Fischer já realizou algumas reuniões com seu staff para organizar o Woodstock brasileiro. Ainda sem data e atrações definidas, a versão brasileira será a primeira fora dos Estados Unidos, onde já ocorreram remakes em 1994 e 1999. Já estou preparando o bolso para o evento!

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Feitiço Mineiro comemora 20 anos com shows do Clube da Esquina

12/10/2009 · 1 Comentário

Tradicional casa de espetáculos em Brasília, Feitiço Mineiro completa 20 anos

Tradicional casa de espetáculos em Brasília, Feitiço Mineiro completa 20 anos

A cozinha mineira é feita de história, tradição e zelo, trazendo reminiscências de quando se tinha tempo de sentar em volta da mesa generosa para prosear, saboreando uma galinha ao molho pardo, um pernil de porco magro bem temperado com pimenta bode (que não arde e solta um perfume de quero-mais) e o arroz branco e soltinho que não podia faltar. Para atender os mineiros saudosos das Gerais, o empresário brasiliense Jorge Ferreira dos Santos abriu, em 1989, o Feitiço Mineiro, hoje um bar tradicional em Brasília, famoso por sua culinária típica e por ser freqüentado por intelectuais e artistas da cidade. Com freqüencia, o espaço é palco de diversos shows e visitado por artistas famosos em trânsito pela Capital Federal. Para comemorar em grande estilo os 20 anos da casa noturna, uma série de shows com artistas do Clube da Esquina foi programada, a começar por hoje, com Lô Borges. Amanhã, 13, será a vez de Beto Guedes. Na quarta, 14, Wagner Tiso e Márcio Malard sobem ao palco. Na quinta-feira, 15/10, apresentam-se Flávio Venturini e Murilo Antunes.  Na sexta, 16, será a vez dos  irmãos Telo e Márcio Borges. Tavinho Moura e Fernando Brandt serão as atrações do sábado, 18. No domingo, 19, a nova geração se apresenta: Gabriel Guedes e Rodrigo Borges. Na segunda-feira, 19, Toninho Horta e Nivaldo Ornelas encerram as comemorações. Uma seqüência simplesmente imperdível para fãs do Clube da Esquina, movimento da música mineira dos anos 70 e 80 que marcou a geração X, como eu.  Imperdível!

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Kirk Whalun: virtuose e paixão

04/10/2009 · Deixe um comentário

Nascido em 1958, em Memphis, Kirk Whalun é um saxofonista de boca cheia, quer dizer, de mão cheia.  Possui vários álbuns e trilhas de filmes, além de ter participado de obras de autores como Jean Michel JarreBarbra Streisand, Quincy Jones, Al Jarreau e outros. Seu álbum de lançamento foi Floppy Disk, em 1985, com destaque para o hit “Kyle’s Smiles”.  Acompanhou a cantora Whitney Houston por 7 anos em seus shows. Em 1997, lançou o álbum Joined at the Hip, com o tecladista Bob James, recebendo indicação para o Grammy no mesmo ano. Ultimamente, está se dedicando ao projeto Gospel According to Jazz, que já está no seu terceiro volume. Acesse o site de Whalun e curta um pouco da sua virtuose.

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Mais uma vez

27/09/2009 · Deixe um comentário

Canção “Mais uma Vez”, de Flávio Venturini e Renato Russo:

Mas é claro que o sol/Vai voltar amanhã/Mais uma vez, eu sei…/Escuridão já vi pior/De endoidecer gente sã/Espera que o sol já vem…/Tem gente que está/Do mesmo lado que você/mas deveria estar do lado de lá/Tem gente que machuca os outros/Tem gente que não sabe amar…/Tem gente enganando a gente/Veja nossa vida como está/Mas eu sei que um dia/A gente aprende/Se você quiser alguém/Em quem confiar/Confie em si mesmo…/Quem acredita Sempre alcança…/Mas é claro que o sol/Vai voltar amanhã/Mais uma vez, eu sei…/Escuridão já vi pior/De endoidecer gente sã/Espera que o sol já vem…/Nunca deixe que lhe digam:/Que não vale a pena/Acreditar no sonho que se tem/Ou que seus planos/Nunca vão dar certo/Ou que você nunca/Vai ser alguém…/Tem gente que machuca os outros/Tem gente que não sabe amar/Mas eu sei que um dia/A gente aprende/Se você quiser alguém/Em quem confiar/Confie em si mesmo!…/Quem acredita Sempre alcança…

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Confirmado: Aniversário de Brasília terá show de Paul McCartney

22/09/2009 · Deixe um comentário

Segundo informações de um promotor de eventos da cidade, obtive a informação de que o Governo do Distrito Federal já fechou um contrato com a produção do eterno beatle Paul McCartney para a realização de um show comemorativo do 50º aniversário de Brasília em abril de 2010. Segundo a mesma fonte, estava previsto, na verdade, um show da banda irlandesa U2, porém o GDF teria se retirado da negociação. Mesmo assim, é uma grande notícia a vinda do cantor e compositor para reviver um pouco a nostalgia dos Beatles e os grandes sucessos do astro pop.

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Quem é o Blue Man Group

20/09/2009 · Deixe um comentário

Blue Man Group: criatividade e onipresença gerando negócios

Blue Man Group: criatividade e onipresença gerando negócios

Blue Man Group é o nome de um grupo onde 3 percussionistas literalmente pintados da cor azul apresentam-se em espetáculo musical acompanhados por uma banda. Os músicos utilizam instrumentos inusitados, como tubos de pvc, por exemplo. O detalhe é que seus espetáculos são apresentados, às vezes, simultaneamente, em até sete cidades de suas tounées. Sim, eles são uma fábrica de negócios onipresente, tal como Cirque du Soleil. São 60 homens azuis especializados em percussão, com 1,80 m de altura e 80 quilos de peso. A idéia é mesmo a semelhança, para que o grupo possa gerar o maior volume de negócios para a companhia. A atração já chegou a 200 cidades de 19 países, e já alcançaram 15 milhões de espectadores, sem contar shows corporativos e comercialização de CDs e DVDs. O grupo foi concebido  por Chris Wink, matt Goldman e Phil Stanton, em 1988, em Nova York. No Brasil, a companhia fez parceria com a TIM para agregar valor à empresa de telefonia, conseguindo uma sinergia de comunicação a partir da cor azul e à filosofia de comunicação sem fronteiras, comuns a ambas empresas.

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Você conhece o Pumpin’ Dolls?

19/09/2009 · Deixe um comentário

Um ex-diretor de uma agência de marketing convertido em jornalista de dia e DJ à noite e um músico se encontram em um estúdio de gravação para atender a um pedido de uma cantora famosa. O resultado é uma fábrica de sucessos dançantes. Juntos, Abel Arana e Juan Belmonte são o grupo espanhol Pumpin’ Dolls, hoje muito requisitados por grandes gravadoras para dar brilho a suas estrelas, graças a sensibilidade que ambos possuem para produzir faixas remixadas.  “É uma boa e bela forma de levantar uma canção que não vende, ou uma artimanha da indústria para explorar um tema musical sob outro ponto de vista”, afirma Arana, que atua no club madrilenho Shangay Tea Dance. Para se ter uma idéia do toque de midas do grupo, uma remix que produziram para as finlandesas do grupo The Umbrelos vendeu 400.000 cópias na Escandinavia. A lista de artistas atendidos pela dupla é supereclética: ChemistryCher, Christopher Cross, Santana, Alaska, Shirley Bassey, Kim Mazelle, Chenoa e Mike Oldfield, entre outros. A dupla prepara, no momento, álbum próprio com vocalistas convidados. O grupo não possui website oficial, mas você poderá ter contato com sua obra no You Tube. Acesse e conheça!

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Christopher Cross: sucesso na música pop sem o glamour da MTV

18/09/2009 · Deixe um comentário

Christopher Cross e seu álbum mais recente

Christopher Cross e seu álbum mais recente

Nascido em 1951, Christopher Cross é o exemplo do artista pop que resiste ao tempo mesmo sem o glamour da mídia. Com um repertório recheado de sucessos, o artista coleciona 5 prêmios Grammy e um Oscar (trilha de Arthur, O Milionário Sedutor). Ex-membro da banda de rock pesado Flash, no início dos anos 70, Cross surgiu para a mídia ao substituir o guitarrista da banda Deep Purple, Ritchie Blackmore. Em 1980, partiu para carreira solo com um LP que virou sucesso, com as canções Sailing e Ride Like the Wind, músicas que escreveu inspirado na sua paixão pelo windsurfe. Em 1981, ganhou o Oscar de melhor canção com Best that you can do, composta por Burt Bacharach e Carole Bayer Sager.  Outros sucesso se seguiram, como Never Be the Same e Think of Laura, esta em homenagem a uma amiga que faleceu por bala perdida. Com arranjos esmerados em estúdio, Cross esbanja competência em seu vocal e guitarras, tirando das melodias o que de mais poético elas contem. Seus arranjos parecem feitos nos dias de hoje, mesmo após seus 30 anos de carreira. Sua maior mágoa é ter seus clips rejeitados pela MTV, que preferia à época cantores com mais visual e menos conteúdo. mas isto não importa. Chris Cross está em plena forma musical. Recentemente, ele lançou a coletânea The Definitive Christopher Cross, com duas faixas bônus retrabalhadas pela dupla Juan Belmonte & Abel Arana, os Pumpin Doll’s. Quer conhecer mais? Acesse e assista a algum dos 10.700 vídeos disponíveis no You Tube com sua obra. Você vai se surpreender.

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Hoje e amanhã tem Prommo Show na UCB

16/09/2009 · 1 Comentário

Hoje e amanhã, 16 e 17/09, às 20 h, acontece o Promo Show 2009, na Universidade Católica de Brasília. Serão dois dias com palestras sobre marketing por especialistas e muita música com vários DJ’s. O objetivo é mostrar como são realizadas as maiores festas e shows do Brasil e o funcionamento do marketing promocional. O projeto é aberto a todos os interessados em Promoção de Vendas e Eventos. Os ingressos estão sendo vendidos nas lojas Chili Beans (shoppings) e no Hot Pipe (UCB). Informações com o promoter Edu Smith (8434-3544). Eu vou, e você?

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Michael Jackson está vivo

16/08/2009 · Deixe um comentário

Que o prezado leitor me perdoe o título sensacionalista. Explicarei. No último domingo, Dia dos Pais, reuni a família para asssitir dois DVDs de Michael Jackson que adquirira recentemente. Em outro post, cheguei a relatar como “quase” assisti ao show do Jackson Five no auge do grupo. Naquela sessão de vídeo em família cheguei a algumas conclusões definitivas sobre o Rei do Pop. A primeira, é que o astro realmente dançava muuuito! Em uma entrevista, o cantor disse que ao dançar não pensava em nada, e que deveria ser assim que um dançarino deveria fazer. Apenas sentir a música. E Michael respirava música. A segunda conclusão é de que a voz de Michael não era bonita, mas sim seus overdubs (a mesma voz do cantor sobreposta várias vezes e em vários tons, como fazem as duplas sertanejas, por exemplo). Os refrões com os overdubs de Michael são fabulosos e colocam como chiclete em nossa mente. A terceira conclusão é de que ele reinventou o videoclipe, imortalizando suas músicas com subprodutos comunicacionais que vez ou outra nos convidam a apreciar sua obra. Mas a principal conclusão é a de que Michael Jackson está vivo, seja na mídia, seja na memória dos quarentões que vivenciaram sua juventude nos anos 80, seja na mente dos jovens de hoje que redescobriram, com sua morte, um ídolo que deveriam ter revenciado há muito tempo!

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