Elias Rodrigues de Sousa

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Não é mais com você, Lombardi!

02/12/2009 · Deixe um comentário

O locutor Luiz Lombardi Netto, do SBT, morre em sua casa  Foto: Supercomentario.com.br/Reprodução

“Agora é com você, Lombardi!” Esta era a deixa de Senor Abravanel, o Silvio Santos, para o locutor Luiz Lombardi Netto. Quem não cresceu ouvindo esta frase aos domingos, não é mesmo? Pois é. Hoje faleceu o locutor mais misterioso da TV brasileira, cujo rosto por décadas manteve-se irrevelável. Lombardi foi encontrado morto em sua residência. Aos 69 anos e torcedor do Palmeiras,, ele era o mais antigo colega de trabalho de Sílvio Santos, o qual não gravava qualquer programa sem seu locutor secreto. Mais um ícone da TV que se vai.

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Instituto Ayrton Senna comemora 15 anos

21/11/2009 · Deixe um comentário

Nos primeiros meses de 1994, Ayrton Senna confidenciou à sua irmã Viviane que gostaria de criar uma organização para ajudar crianças e adolescentes a desenvolver seus potenciais. Infelizmente, o fatídico dia 1º de maio daquele ano não deixou que o piloto testemunhasse a realização deste objetivo. Há 15 anos, em novembro de 1994, era criado o Instituto Ayrton Senna (IAS). Sob o comando de Viviane Senna, presidente do IAS, a entidade lutou para combater as causas dos males educacionais, como a reprovação, a distorção idade/série, o abandono e o baixo desempenho dos alunos. Os projetos transformaram a vida de 11.640.930 crianças e jovens, em 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, com 553.512 educadores capacitados. Desde 1994, foram investidos R$ 203.417.308 nos programas educacionais. “O trabalho com o Instituto está ótimo. Nosso trabalho visa dar a oportunidade que o Ayrton teve para que a criança desenvolva seus potenciais. O gerenciamento de todo o processo da educação é o fator predominante para o sucesso de crianças e jovens, desde que ocorra em quatro esferas: aprendizagem, ensino, rotina escolar e política educacional. Isso fez com que todos os nossos programas tivessem como um dos objetivos preparar equipes voltadas para a busca de resultados, com base em informações quantitativas e qualitativas de fácil acesso e uso”, diz Viviane Senna. Para ela, o Instituto é uma forma de propagar os valores que Ayrton Senna teve em sua vida às crianças. É dar a motivação necessárias para que surjam campeões, não no esporte, mas na vida. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciências e a Cultura (Unesco) concedeu ao Instituto Ayrton Senna a Cátedra em Educação e Desenvolvimento Humano, reconhecendo-o e posicionando-o como uma referência mundial nessa área. Ele é a primeira organização não-governamental em todo o mundo a receber este título, normalmente concedido a Universidades e centros de excelência de conhecimento. (Fonte: Globoesporte.com)

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Morre Herbert Richers

20/11/2009 · Deixe um comentário

“Versão brasileira: Herberth Richers”. Quem não se lembra de ter ouvido esta frase em filme estrangeiros nas décadas de 80 e 90? Pois é. O produtor de cinema Herbert Richers, dono da empresa pioneira no ramo de dublagens no Brasil, morreu nesta sexta-feira (20), aos 86 anos, na Clínica São Vicente, Rio de Janeiro, depois de um ano de padecimento, com uma doença de rins. Richers dirigia um dos melhores estúdios de dublagem do mundo. Paulista de Araraquara, SP, fundou, em 1950, a distribuidora de filmes Herbert Richers S.A, que depois virou uma das pioneiras no ramo da dublagem no Brasil. A dublagem foi introduzida ao produtor em 1960 pelo amigo Walt Disney, como forma de resolver o problema das legendas, que eram quase ilegíveis para a tecnologia da época (televisão pequena, em preto e branco e sem definições). Inicialmente com cinejornais, a organização, aos poucos, começou a produzir e distribuir longas, como a comédia Sai de Baixo (1956). Nos anos 60, ela já produzia cerca de oito filmes por ano, a maior média de qualquer estúdio ou produtora da época. Com o desenvolvimento da televisão, Herbert Richers organizou um departamento de dublagem. Sua empresa também passou a lançar filmes nacionais, com destaque para O Assalto ao Trem Pagador (1962), Vidas Secas (1963) e Bonitinha, Mas Ordinária (1963).

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Como surgiu o nome e a logomarca OPEN

18/11/2009 · Deixe um comentário

Em 2007, ministrando a disciplina de Marketing Especializado, tomei contato com um evento dos professores Marina Laura e Luciano Paixão denominado Feira de Oportunidades e Negócios. Fiquei entusiasmado e associei-me a este projeto do curso de Administração, oferecendo o apoio promocional ao evento através de meus 28 alunos, os quais toparam na primeira hora. A providência inicial foi criar um nome mais curto para o evento. Propus a criação de um nome de fácil conexão com o significado da feira. Pensamos em FOPEN, mas a idéia não agradava. A aluna Stefânia propôs: “se tirar o F, fica OPEN, mais sonoro e significa aberto, igual abrir uma pequena empresa”. Pronto! Estava criado o nome da feira. Mas faltava a logomarca. O designer e aluno Daniel propôs-se a criar a logomarca e o manual de identificação visual. Sua idéia partiu da logomarca da própria UCB, que utiliza uma catedral como figura de propaganda. Simbolicamente, pode-se explicá-la afirmando que o O refere-se a Oportunidades, o N a Negócios e as letras PE a pequena empresa. Fechando a simbologia, dois arcos nas cores azul (sucesso) e vermelho (risco) representam as portas que se abrem a um empreendedor quando ele decide criar uma empresa. Que tal?

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Ivan Puig surpreende com sua arte

16/11/2009 · Deixe um comentário

Ivan Puig é um artista mexicano que surpreende com suas obras. Reaproveitando sucata, Puig redesenha novas utilidades para as peças, oferecendo uma nova visão intrigante e funcional. Não é incrível? Acesse seu site e conheça mais.

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Aluno da UCB lança livro sobre Mário Eugênio

10/11/2009 · 2 Comentários

Justiceiro Destemido” é o apelido que o amigo de infância, Fábio Falcão, atribuiu a Heron Luiz dos Santos por achá-lo correto e corajoso. Fábio partiu, mas o apelido ficou como uma identidade jornalística na vida de Heron. Seu sonho foi inspirado nas atividades de Mário Eugênio (foto), jornalista, setorista de Polícia, assassinado barbaramente, no final dos anos oitenta, por um grupo de policiais e militares de Brasília, que a imprensa estigmatizou com o nome de “Esquadrão da Morte”, contra o qual o repórter do jornal Correio Braziliense lutou com ousadia e sem medo, até tornar-se mais uma vítima dos denunciados. Como Tim Lopes, no Rio de Janeiro, Mário Eugênio transformou-se, ainda em vida, em uma lenda do jornalismo policial de Brasília, repetindo diariamente, no programa de rádio “Gogó das Sete”, o bordão: “Meu compromisso é dizer a verdade, somente a verdade, doa em quem doer”. Pois, entusiasmado com o trabalho e a história de Mário Eugênio, Heron escreveu um livro, com qual pretende homenageá-lo in memoria. Mas Heron, a exemplo de seu ídolo, vai ainda mais longe :  quer fazer uso do jornalismo, profissão na qual está se formando pela Universidade Católica de Brasília, para registrar o cotidiano da violência no Distrito Federal, denunciar corruptos, combater o crime, os criminosos e os maus policiais. Com essa proposta e sua fixação por Mário Eugênio, Heron tornou-se uma figura carismática no ambiente da Comunicação da UCB. Em seu livro, ele passeia, virtualmente, pelo submundo do crime no Distrito Federal, procurando explicações e cobrando soluções para o assassinato do jornalista. Heron tem uma particularidade: é portador de uma lesão neurológica que o impede de falar e ser entendido, num primeiro momento, de maneira clara e compreensível, bem como de caminhar com o corpo ereto e inteiramente equilibrado. Mas supera com facilidade as adversidades e vai à luta. Como seu entusiasmo e otimismo, circula praticamente por Brasília toda, em busca de notícias, e sempre traz consigo uma matéria original. Já descobriu crimes, encobertos há dezenas de anos, entrando em lugares em que os mortais comuns receiam penetrar. “É ali que está a notícia!”, observa com entusiasmo.

Em 2004, integrou-se como membro, ao movimento cultural de Taguatinga, a Tribo das Artes. Em 2007, entrou para a Academia de Letras de Taguatinga, a (ATL), como um membro voluntário. É autor de “Pássaro Ferido – Contos e Poesias”, na segunda edição, lançado na Feira do Livro de Brasília, em 2007. Agora está diante do seu tão sonhado Mário Eugênio – o Gogó das Sete, fruto de um enorme esforço de pesquisa. Heron é religioso, e dá graças a Deus pela ajuda que tem recebido. Participar de mais uma Edição da Feira do Livro de Brasília consagra, ainda mais, este sonho. 

(Por Aylê-Salassié F. Quintão, professor de Jornalismo e  orientador do projeto)

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Atleta da UCB é campeã nacional de Karatê

05/11/2009 · Deixe um comentário

A atleta de Karatê da Universidade Católica de Brasília, Rayane da Silva Ferreira, foi campeã da seletiva nacional da Confederação Brasileira de Karatê (CBK), realizada no último dia 31 de outubro, em Presidente Prudente – SP, ficando com a medalha de ouro na categoria adulto até 55kg. Após este bom resultado, Rayane disputará a seletiva final no próximo dia 21 de novembro na cidade do Rio de Janeiro. Caso a atleta da Católica, que também é estudante do curso de Educação Física, consiga ser campeã, garantirá vaga para a Seleção Brasileira permanente de Karatê. Rayane poderá compor a equipe de atletas da Universidade Católica de Brasília que integra a seleção brasileira de suas modalidades. São três no taekwondo, dois no judô e uma no futebol feminino.

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This is it: um tributo a um inovador

03/11/2009 · Deixe um comentário

Em outros posts, chamei a atenção para as virtudes de Michael Jackson. Neste fim de semana, fui assistir a This is It, crente de que era um filme caça-níquel com retalhos de cenas antigas com cenas novas. Surpreendi-me pela quantidade de imagens coletadas nos ensaios e a montagem primorosa capitaneado por Kenny Ortega, diretor do espetáculo que seria apresentado inicialmente em Londres. O filme emociona por mostrar Michael e sua busca pela perfeição nos ensaios. O clima é de saudosismo, mas também de novidade, com gosto de quero mais. Na produção do espetáculo, fica evidente a busca pela inovação, por querer estar sempre na vanguarda do show business. MJ sabia dançar, sabia cantar e sabia produzir. É difícil falar nele com verbos no passado. Suas lições estão presentes hoje em filmes como This is It, um filme que é, na verdade, uma homenagem aos fãs, por mostrar um lado diferente de um artista completo. Pela primeira vez em algumas décadas, senti vontade de assistir um filme novamente na grande tela. E vou fazê-lo logo!

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Besouro estréia hoje

30/10/2009 · Deixe um comentário

Hoje estréia o aguardado filme “Besouro”, de João Daniel Tikhomiroff. O filme conta a história do mítico capoeirista baiano que se opôs à escravidão no Recôncavo Baiano na década de 20. O filme, que mistura aventura, romance e misticismo, teve suas cenas de ação gravadas com a ajuda do chinês Huen Chiu Ku. Ele é responsável pelas cenas de artes marciais de filmes como “Kill Bill” e “O Tigre e o Dragão”. O projeto chega às telas com a qualidade do diretor consagrado de filmes publicitários que tem agora sua primeira incursão em longa-metragem. O filme tem um blog interessante, que conta a trajetória da película. O site da fita não fica atrás, trazendo diversas informações e imagens sobre esta nova produção do cinema brasileiro. Veja o trailer e vá sem pestanejar à sala de projeção mais próxima!

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Vem aí o Woodstock tupiniquim

27/10/2009 · Deixe um comentário

Joel Rosanman, Michael Lang e John Roberts (já falecido), produtores da primeira edição de Woodstock

Joel Rosanman, Michael Lang e John Roberts (já falecido), produtores da primeira edição de Woodstock

Em post de 15/08/09, registrei que o lendário Festival de Woodstock completara 40 anos. Pois bem. Eduardo Fischer, presidente do Grupo Totalcom, vem envidando esforços no sentido de realizar no próximo ano a versão brasileira do histórico festival. Par isto, ele já se reuniu com os produtores Joel Rosenman e Michael Lang, além dos herdeiros de John Roberts. O trio foi responsável pela organização do evento em 1969, que marcou época ao unir música, contracultura e pacifismo. Fischer já realizou algumas reuniões com seu staff para organizar o Woodstock brasileiro. Ainda sem data e atrações definidas, a versão brasileira será a primeira fora dos Estados Unidos, onde já ocorreram remakes em 1994 e 1999. Já estou preparando o bolso para o evento!

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Os deuses da empregabilidade não me deixaram trabalhar na Encol

21/10/2009 · 2 Comentários

Encol

Em 1996 eu  já atuava no segmento de construção civil. Por sugestão de meu cunhado Aloisio, entreguei meu curriculum a ele, que encaminhou para o departamento de marketing da Encol, na época a principal empresa do segmento. Em 1990, havíamos trabalhado juntos na campanha de Francisco Soares a deputado distrital. Sua cortesia rendeu uma entrevista com Gina, Diretora de Marketing, que na época pretendia implantar uma divisão de marketing direto na Encol. O trabalho desenvolvido era, para mim, o estado da arte em marketing imobiliário. Fiquei entusiasmado com a proposta, mas Gina deixou claro que a contratação ainda dependia da implementação da nova divisão. Resumindo: a vaga era minha, mas teria que esperar. No problem. Alguns meses se passaram e nenhuma novidade surgiu relativa àquele emprego. Em novembro de 1997, a Encol entrou em processo de concordata. Em 1999, a empresa faliu, deixando 792 edifícios inacabados e milhares de pessoas sem o sonho da casa própria. Os deuses da empregabilidade que acreditava terem me abandonado, na verdade me protegiam.

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Viaje na Viagem: por dentro do melhor emprego do mundo (ou não)

16/10/2009 · Deixe um comentário

A provocação foi de Mariza Tavares e Roberto Nonato, da CBN, em entrevista a Ricardo Freire, editor do guia Quatro Rodas. Para os jornalistas, a torcida do flamengo e a maioria dos leigos, a profissão de Ricardo pode parecer, à primeira vista, o melhor dos empregos. Isto porque ele e sa equipe viajam por todo País, visitando lugares, praias, hotéis, atrações turísticas e tudo de bom que tem no Brasil. E ainda ganham para isso. Na entrevista, porém, Freire deixou claro que a atividade é estressante, por necessitarem recolher o máximo de informações em um tempo cada vez menor. “A gente trabalha 24 horas por dia”, revelou Ricardo, que começou a entrevista “chorando”, ao dizer que ao ser contratado, disseram-lhe que jamais se casaria, pois o profissional fica na estrada o tempo inteiro. Família? Há pouco tempo para isso, mas ninguém melhor que o próprio Ricardo para revelar os prazeres e os dissabores da atividade. Acesse o blog dele, o Viaje na Viagem, e surpreenda-se!

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