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A escolha da cidade do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos em 2016 é o desfecho de um jogo de xadrez que começou em 1991, quando cogitou-se na cidade de Brasília para sediar a Olimpíada de 2000. Na época, um grupo de empresários da construção civil e do turismo, capitaneado pelo hoje vice-governador Paulo Octavio Pereira, articulou um movimento pela candidatura da Capital Federal às Olimpíadas. O movimento tinha o apoio do então Presidente da República, Fernando Collor de Mello, em seu auge como político. O empenho do grupo foi reforçado por um acordo com empresários e políticos do Rio de Janeiro, que ambicionavam o Pan no Brasil. Porém, vendo tomar corpo a candidatura de Brasília com o apoio do Presidente, o grupo do Rio passou a articular a candidatura carioca, inclusive com apoio da Rede Globo, que em nenhum momento deu repercussão à candidatura de Brasília. O tempo passou, Fernando Collor sofreu impeachment, as candidaturas brasileiras não deram em nada, mas os empresários cariocas mantiveram-se articulados por quase duas décadas para obter a vitória que hoje conquistaram, não sem méritos. Fico preocupado com a escolha do Rio de Janeiro, pois não consigo imaginar os jogos olímpicos sem problemas estruturais graves e grande risco de segurança para a população local e turistas. Não creio que os esforços financeiros que serão feitos revertam para o País, mas apenas para a cidade do Rio. E se fosse Brasília? Aqui não tem problemas topográficos e o trânsito flui melhor do que no Rio, além de possuirmos uma ótima estrutura hoteleira. As Olimpíadas no Planalto Central, sem dúvida, ajudariam a desenvolver a região, e custariam bem menos. E você, o que acha?
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Ela é charmosa, canta bem e seus clips bem produzidos. Além de sucesso no palco, Katy Perry é sucesso também na torcida do Manchester United. No intervalo dos jogos de sua equipe, os torcedores cantam sucessos da cantora, especialmente “Hot’n Cold”, cujo refrão diz: “Porque você é quente e logo esfria / Você quer e depois não quer / Você tá dentro e depois tá fora
Você está feliz e depois está triste / Você está errado quando está certo / É preto e é branco / Nós brigamos, nós terminamos / Nós nos beijamos e voltamos”. Você acha ela hot or cold? (rs)
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Você está vendo na foto um time feliz por ser campeão estadual depois de um placar de 8 a 1 no adversário, sendo que no intervalo já estava 7 a 0. É o Internacional de Porto Alegre, que venceu a equipe do Caxias ontem por aquele placar, consagrando-se campeão gaúcho de 2009, ano em que completa seu centenário. Patrocinado pela Reebok, Banrisul e Tramontina, o colorado pode contratar grandes talentos da bola e brindar sua torcida com um futebol combativo e de bom toque de bola. Em outros momentos do ano estarei falando das ações de marketing que vem contribuindo para o sucesso da equipe. Por enquanto, apenas comemoro, feliz por mais uma conquista invicta!

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A Volkswagen Caminhões e ônibus ampliou seus investimentos em marketing esportivo por meio de parceria com 11 grandes clubes de futebol batizada de Seleção Volksbus. As equipes são: Atlético Paranaense, Corinthians, Flamengo, Goiás, Grêmio, Internacional, Náutico, Santos, São Paulo, Sport e Vasco da Gama. Os veículos, devidamente personalizados, circularão pelas ruas do país em modelos VW 18.320 EOT, mediante contrato de comodato de dois anos. A parceria prevê, além do logotipo no veículo, placas de publicidade em campos de treinamento e cotas de ingressos para os jogos dos clubes como mandante. Os ônibus têm layouts internos definidos pelos próprios clubes. Na foto abaixo, o veículo que transportará o Internacional de Porto Alegre. Gol para a Volkswagen!

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Desculpem a falta de modéstia! É que hoje, 04/04, é um dia especial para todos os colorados. O Internacional de Porto Alegre comemora 100 anos de fundação, com muitos motivos para comemorar. Caminhando para o número de 100.000 sócios, o clube está próximo de conquistar sua auto-sustentabilidade. Pagando altos salários e em dia, o clube conta com talentos como Nilmar, D’Alessandro, Guiñazu e outras estrelas de primeira grandeza. A meta da direção é conquistar a Copa do Brasil ou Campeonato Brasileiro para marcar o Centenário e conquistar a vaga na Libertadores 2010 para tentar repetir os feitos de 2006, quando sagrou-se campeão das Américas e Mundial. Quer saber mais? Clique aqui

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O prezado leitor deve ter reparado que o tema da semana, no ambiente esportivo, foi o gol salvador de Ronaldo Nazario no principal rival do Corinthians, o Palmeiras. Aos 48 minutos do segundo tempo, o “Fenômeno” evitou a derrota para a equipe do Parque Antartica, provocando uma catarse na torcida alvinegra. Naquele instante, a audiência do jogo, na TV Globo, registrou 25 pontos, sendo que cada ponto de audiência representa 55 mil residências assistindo a transmissão. Além da torcida do Corinthians, a Globo também comemorou a audiência e procurou explorar em sua programação esportiva a repercussão do tento assinalado por Ronaldo. A Nike também explorou o fato, publicando nos principais jornais do Rio e São Paulo um anúncio marcando o retorno do “Fenômeno”. Ponto para ambas as empresas e ponto para o time de Parque São Jorge, que teve a ousadia mercadológica de trazer o astro para seu plantel.

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Diferentemente do Palmeiras ou Corinthians, o Internacional de Porto Alegre não possui um braço no carnaval, como Mancha Verde ou Gaviões da Fiel. Mas a equipe, no ano em que comemora seu centenário, foi o enredo da escola Imperadores do Samba. O resultado na avenida não poderia ser melhor: a escola ganhou o carnaval deste ano, e o Colorado mais uma vez se viu pé-quente, um orgulho para torcedores como eu.

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O título acima refere-se a um belo texto que li no blog do Wianey Carlet (www.clicrbs.com.br), de autoria do internauta Fabrício Carpinejar. Por oportuno, poético e nostálgico, republico aqui seu conteúdo:
“A criança que entrava no time porque era a dona da bola tinha sentido nas décadas de 70 e 80. Agora qualquer uma pode ser dona da bola (Entretanto, cada vez mais raros são os boleiros, donos do talento). A pelota não é mais cara e inacessível. Adquirível em toda esquina: pirateada ou em lojas oficiais, na rede dos camelôs ou nos pedestais das redes esportivas. Por R$ 10 ou R$ 40. Na minha infância, jogava-se com pedra, meia e pinha. Chutava-se o que vinha redondo. Bola representava um imóvel infantil, tal casa e carro a um adulto. Um bem durável. Um patrimônio. Um investimento. Guri com bola era o mesmo que um guri com piscina. Abastado. Invejado. Para se ter uma idéia, na Educação Física, em escola pública, havia um saco com uma única bola. Se ela escapulia dos muros, toda turma iria procurá-la no mato a pedido do professor. A expedição fundamentava-se no pânico: não haveria mais futebol nos próximos meses. Bola não se trocava, falecia de velha, cheia de cicatrizes fundas. Descascava gomo a gomo. Hoje, se uma bola está danificada ou lascada, é enterrada viva no fundo do armário. Naquele tempo, ela ficava sorvida, curtida, como um animal de estimação na coleira de congas e kichutes. Passava-se sebo no seu couro para acentuar sua resistência e maciez, a exemplo de um surfista que unta sua prancha de parafina. Bola trocava de pele como serpente. Como banhista branco na praia. Os gomos iam se abrindo e arrancávamos para continuar a partida. Os pés se aproximavam do contato letal com a bexiga a cada campeonato. Ela já seguia manca, amputada, oval e não nos importávamos: era bola até sua morte: até estourar no céu. Que desalento quando explodia. Preparávamos velório e uma cruz com a data do último jogo. Não acredita em Pelé quem não cavou um buraco num campinho de várzea e se despediu de uma bola como se fosse um colega. Bola tinha um hábito de padre. A tonsura na cabeça. O respeito litúrgico. Ela é que mandava, sua presença é que decidia se sairia jogo ou não. Acima da chuva e das trovoadas. Superior à vontade do juiz e o número de atletas. Uma barba crescia da lã de seu recheio. Um novelo partia do invólucro. Acompanhávamos seu fim com a esperança de mais um gol. Desgastada sem piedade, destinada a desaparecer calva como pneu transformado em balanço. Bola morria na batalha, na luta civil, não no hospital. Morria de doença de trabalho. Fuzilada numa emboscada, guerreando em campo minado. A banalidade do produto resultou em desinteresse dos atletas. É uma tese esquisita, mas que não pode ser negada. Na minha criancice, os donos da bola nunca atuavam bem. Conhecidos como pernas-de-pau. O que não deixa de ser um paradoxo. Elas desfrutavam da disponibilidade para exercitar a qualquer hora e não aprendiam. A posse diminuía o dom. Os craques vinham da pobreza, das embaixadinhas em latas velhas, do areão e das traves de bambus. Como somos uma época maciça de donos da bola, sacrificamos a necessidade. O conforto material desencadeou a preguiça onírica. Não se imagina uma bola antes de querê-la, nenhuma criança brinca de mímica em casa ou numa quadra, não há mais partida invisível. Aquela história do menino narrar um gol sem nada nos pés é quase loucura. Destreinamos o inconsciente. Não ensaiamos o desejo. Não brincamos de faz-de-conta. Isso gerou um descaso. Um desprezo. Um desrespeito com a memória dos fabricantes artesanais e dos sapateiros. O jogador não conversa mais com a bola no momento de bater uma falta, pois é apenas um artigo esportivo de fácil reposição (assim como ele). Não estala os lábios no ventil à procura da benção paterna, do beijo materno, do ânimo para acertar. O futebol é agora uma religião de ateus. A bola perdeu sua alma. E os ouvidos com a terra.”
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Ao sagrar-se campeão da Série B no Campeonato Brasileiro de Futebol, o Corinthians utilizou a música “A Volta”, de Roberto Carlos. Cantando “Eu voltei…”, a torcida do Corinthians comemorou o retorno do time com grande euforia. Agora, em ousado artifício publicitário, a direção da equipe de Parque São Jorge anunciou um acordo para contar com o talento de Ronaldo Nazário, o “Fenômeno”, no comando do ataque. A contratação do centroavante chamou a atenção da mídia, que já dedicou uma boa secundagem e centimetragem em reportagens envolvendo o fato. Todas as camisas do “timão” com o nome do atacante já foram vendidas. Sem dúvida, a articulação da equipe de marketing do Corinthians soube aproveitar o momento e fala em um “2009 fenomenal”. Sou fã de Ronaldo e espero que ele dê uma boa movimentação no próximo campeonato brasileiro, junto com outros atacantes. E você, o que acha?
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É do esporte, mas vale para a vida. Torço para o Internacional de Porto Alegre desde meus 9 anos de idade. Sempre gostei de “ser diferente” e no futebol também tinha de sê-lo. Nos últimos anos, tenho ficado muito alegre com as conquistas de meu time, não só pelos jogos em si, mas pelas lições de superação, principalmente na busca de títulos nunca antes alcançados. Em 2006, a equipe ganhou a Libertadores e o Campeonato Mundial de Clubes, em cima do poderoso Barcelona. Em 2007, ganhou a Recopa Sul-Americana, conquistando, assim, a tríplice coroa. Neste ano, bateu a Internazionale de Milão e ganhou o Torneio de Dubai. Ontem, o time conquistou o campeonato gaúcho, um título menor, mas que encerra uma lição de superação. Antes da partida de ontem, o Inter ganhara, no decorrer do certame, 15 partidas, empatando 2 e perdendo 3, exatamente para o Juventude, velho algoz dos colorados. Pois bem. Ontem, a equipe devolveu as derrotas para o Juventude, sacramentando um placar de 8 a 1. Isto mesmo! oito gols, com direito a um de falta, um contra e um do próprio goleiro, batendo pênalti. Assiti esta façanha ontem o bar Amarelinho, junto a outros 230 colorados, integrantes da comunidade “Colorados em Brasília”, no Orkut. Mais que a alegria, fica o exemplo de superação na base da união e da persistência. Perseverar vale a pena e nos transforma em campeões, tanto no esporte, quanto na vida.

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