Elias Rodrigues de Sousa

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O melhor emprego do mundo

06/11/2009 · 1 Comentário

Você gostaria de receber R$ 12.720,00 por mês e ainda uma série de benefícios que somam R$ 120 mil por mês? Basta ocupar uma das 81 vagas no Senado Federal. O salário mensal de um senador é de R$ 12.720, mas o custo total de cada um para os cofres da União supera os R$ 120 mil por mês. Independentemente do tamanho ou do número de eleitores, cada um dos 26 estados e o Distrito Federal contam com três representantes na Casa, com mandato de oito anos.  Além do salário mensal, cada senador pode receber mais três salários extras (13º, 14º e 15º), R$ 2.750 para auxílio moradia ou residência oficial, R$ 15 mil por mês para gastos no escritório do estado e até 80 mil por mês para contratar funcionários comissionados. Eles também podem gastar uma verba mensal por mês em correios. Segundo o Senado Federal, o valor destinado para postagens é proporcional ao número de eleitores de cada estado. Por exemplo, no menor colégio eleitoral do país, o Amapá, cada um dos três senadores podem gastar até R$ 3.200 por mês em correios. Já no maior (São Paulo), a verba mensal pode chegar até R$ 52 mil. Também não há limite de gastos para os telefones fixos do gabinete e celulares dos senadores. Na residência oficial, o limite de gastos para telefone é de R$ 500 por mês. Os senadores têm ainda direito a carro com motorista, podendo utilizar uma cota de 25 litros de combustível por dia, além de receber oito passagens aéreas por mês para o estado onde tem seu domicílio eleitoral.  Perto deste cargo, aquele “melhor emprego do mundo” em Queensland fica parecendo fichinha, não?

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Os deuses da empregabilidade não me deixaram trabalhar na Encol

21/10/2009 · 2 Comentários

Encol

Em 1996 eu  já atuava no segmento de construção civil. Por sugestão de meu cunhado Aloisio, entreguei meu curriculum a ele, que encaminhou para o departamento de marketing da Encol, na época a principal empresa do segmento. Em 1990, havíamos trabalhado juntos na campanha de Francisco Soares a deputado distrital. Sua cortesia rendeu uma entrevista com Gina, Diretora de Marketing, que na época pretendia implantar uma divisão de marketing direto na Encol. O trabalho desenvolvido era, para mim, o estado da arte em marketing imobiliário. Fiquei entusiasmado com a proposta, mas Gina deixou claro que a contratação ainda dependia da implementação da nova divisão. Resumindo: a vaga era minha, mas teria que esperar. No problem. Alguns meses se passaram e nenhuma novidade surgiu relativa àquele emprego. Em novembro de 1997, a Encol entrou em processo de concordata. Em 1999, a empresa faliu, deixando 792 edifícios inacabados e milhares de pessoas sem o sonho da casa própria. Os deuses da empregabilidade que acreditava terem me abandonado, na verdade me protegiam.

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Modernização nos supermercados gera boa empregabilidade

05/10/2009 · Deixe um comentário

Matéria publicada ontem no jornal Correio Braziliense, intitulada “Entre os Preferenciais”, aponta a tendência de especialização nos supermercados, a partir da adoção intensa de tecnologia.  Esta tendência está gerando boas oportunidades, tanto para quem pensa em se empregar no segmento quanto para os que já estão por lá há um bom tempo, como é o caso de Francisco das Chagas Filho (foto), que atua no varejo de supermercados desde os 13 anos de idade. Tive o prazer de ser professor de Chagas, como é chamado, no curso de Gestão de Varejo de Auto-Serviço, na UCB, em 2004. Na ocasião, tive a oportunidade de conhecê-lo e verificar o quanto os profissionais do Grupo Pão de Açúcar, em especial, vem buscando especializar-se. Muitos dos alunos formados naquele curso hoje ocupam melhores posições no varejo. Chagas, hoje um dos maiores salários da rede no DF, tem o varejo no sangue e é exemplo de trabalhador de sucesso. Acesse a reportagem e confira!

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Quer assistir David Portes de graça? Ligue já!

24/08/2009 · Deixe um comentário

Em minhas aulas de Empreendedorismo e de Publicidade, sempre cito o exemplo de David Portes, camelô carioca que pratica marketing sem sequer ter o primeiro grau concluído. David é uma lição de vida e de bom humor. Suas palestras são muito concorridas. Mas você pode assisti-l de graça, nesta terça-feira, 25/08, no Sesc Taguatinga Norte (CNB 12). Basta ligar para o Sebrae – 0800-570-0800, cadastrar-se e fazer sua inscrição. As inscrições começaram às 8 horas de hoje. Eu liguei e fiz minha inscrição, mas quem demorar vai perder esta boquinha. Ligue já!

Update em 26/08/09: Ontem fui à palestra de David Portes e pude confirmar tudo o que sempre disse (e diziam) sobre o camelô que pratica marketing. Em homenagem a ele, oferecerei, daqui há duas semanas, uma seqüência de posts sobre os principais pontos da palestra. Até lá!

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Exigência de nível superior para concursos é salutar. Pero…

03/08/2009 · Deixe um comentário

Na última sexta-feira, estive conversando com amigos da Católica Virtual que ministram disciplinas no curso de Tecnólogo em Segurança Pública (TecSop) e chegamos a uma constatação preocupante. A exigência de nível superior para as carreiras públicas é saudável, porém deixa algumas preocupações quando o cargo é para a carreira policial. O fato é que muitos novatos na profissão estão mais preocupados em passar no concurso e em seu salário do que propriamente em enfrentar os desafios da segurança pública. “Eu tenho curso superior e não nasci pra correr atrás de bandido”, ou “não vou trocar o pneu da viatura, prefiro esperar o mecânico”, são frases cada vez mais comuns e pronunciadas por profissionais apenas comprometidas com o cumprimento do horário e o recebimento de seu vencimento ao final do mês. A carreira de policial militar – e mesmo a de policial civil – talvez não necessitaria exigir curso superior, e sim, apenas um treinamento adequado para lidar com a bandidagem. Profissionais que possam ser enérgicos e, ao mesmo tempo, conhecedores da lei, devem compor o perfil do policial militar. Idiossincrasias não cabem na carreira, sob pena de vivermos sob uma estrutura de segurança pública cada vez mais cara e ineficiente.

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Gerente de facilidades: surge uma nova profissão

28/07/2009 · Deixe um comentário

Uma nova profissão está despontado no mercado de trabalho brasileiro: o gerente de facilidades, ou facilities. É a pessoa designada para gerenciar prédios corporativos: desde cuidar da infraestrutura dos prédios, como ar condicionado e luz, até a relação com prestadores de serviços e fornecedores. Na Europa essa profissão já é bastante conhecida e movimenta anualmente 4 bilhões de euros na economia. O Brasil não está muito atrás, embora há poucos anos o setor venha se profissionalizando. Com profissionais como a Márcia Aparecida da Silva, que gerencia o edifício da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, a Fecomércio. Na empresa há vinte anos, há menos de cinco entrou na profissão. Diariamente, ela coordena uma equipe de mais de 50 pessoas, que fazem de tudo para deixar os cinco andares do prédio funcionando perfeitamente. A rotina é corrida! “É muito dinâmico, porque não tem um dia igual ao outro. Sempre tem uma novidade na evolução do prédio. Sempre tem um probleminha, alguma coisa diferente pra você resolver”, ela conta.Marcos Meneghim é facility de um Complexo de Tubarão (ES) da Vale do Rio Doce, e gerencia mais de 15 km quadrados e 16 mil pessoas, diariamente. “A diversidade é o grande ‘x’ do facility. Você tem que estar preparado para a diversidade, e a tecnologia celular 24 horas ligada, porque pode acontecer alguma coisa a qualquer momento e você tem que estar pronto pra atender. Acho que este é o grande ponto”, comenta Meneghim. Pessoas como ele facilitam tanto a rotina de grandes empresas, que já existem até cursos de MBA, como na USP, para capacitar esses novos profissionais. “Já existe em vários países: Hong Kong tem. Na Europa todos os países têm alguma formação em gerencia de facilidades. A Holanda, por exemplo, forma cerca de 800 pessoas por ano, em nível de graduação, mestrado e doutorado. Fora do Brasil já é mesmo uma profissão”, esclarece Moacyr. “Se há 20 anos você não enxergava nas organizações, no organograma, o departamento chamado de facilities, hoje já enxerga. Em resumo, facilities hoje resulta da somatória de uma série de ações e reações que tínhamos no passado, mas mais recheada de tecnologia, de pesquisa, reflexão e principalmente, de muito trabalho”, sintetiza Gessé Campos Camargo, coordenador do Congresso Infra. (Fonte: Empregos Catho Online)

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Você é um profissional caro ou valioso?

14/07/2009 · Deixe um comentário

Recentemente, tenho tido contato com profissionais outrora bem remunerados procurando posições no mercado por terem sido dispensados de empresas de propaganda e marketing. A busca não tem sido simples, pois hoje não basta ser competente e com boa formação. É preciso alardear seus feitos e sua capacidade de gerar resultados para os empregadores. Estamos recebendo a competição de recém-formados ávidos por experiências profissionais, e não salários altos. Junto com eles disputamos as vagas com profissionais experientes dispostos a receber remuneração inferior a que desejariam. Para estes, o importante é estar em uma vitrine. Mais que profissionais bem-remunerados (“caros”), as empresas buscam a melhor relação custo-benefício e querem ter a certeza de que vale a pena contratar um funcionário valioso, capaz de gerar o máximo de resultado com o mínimo de investimento. Esta é a regra do jogo e devemos nos preocupar com isto.

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Cuca, um caminho para o mercado de trabalho paulista

01/06/2009 · Deixe um comentário

Lançada em 2008, em São Paulo, a Cuca, Escola de Criativos, tem o objetivo de capacitar os alunos com técnicas criativas para solucionar problemas do dia-a-dia de uma agência de propaganda. Capitaneada por Miguel Bemfica, ex-diretor de criação da DM9DDB e agora na DPZ, a escola foi criada para auxiliar estudantes a incrementar seus portfólios e encaminhá-los ao mercado de trabalho. A metodologia da escola prevê briefings e produtos e prazos reais para que os alunos ganhem experiências com os jobs. O curso dura cinco meses e encaminha os melhores trabalhos para apreciação de diretores de criação parceiros da escola. Eis uma boa dica para cavar seu espaço no mercado paulista, caro leitor publicitário!

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A profissão de publicitário tem futuro?

07/05/2009 · 1 Comentário

É a pergunta que eu me fazia quando escolhi a profissão. Venho de uma família de 12 irmãos, metade atuando na iniciativa privada e a outra no serviço público. Por Brasília ter como excelência o serviço público, a maior parte das pessoas abastadas que conheço atuam como servidores do Governo. Não recebi incentivos por parte de minha família à profissão que escolhi. Pelo contrário: uma das minhas irmãs sempre me criticou, alegando que ser publicitário era coisa para idealista, para gente que não tinha grandes pretensões financeiras. De fato eu era idealista, mas persisti em minha profissão e, se hoje sou professor em cursos de Publicidade e Propaganda, devo à minha experiência de 24 anos na área. Minhas filhas não seguiram minha profissão, pois respeitei suas opções. Mas dois sobrinhos meus formaram-se em comunicação, ironicamente os filhos daquela irmã que me criticava. Além disso, o vestibular para Publicidade e Propaganda é um dos mais concorridos nas universidades federais. Esta profissão tem futuro?

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Sugestão de plano B para publicitário ou profissional de marketing ganhar dinheiro

25/04/2009 · Deixe um comentário

Em 2000, quando era aluno no MBA em Marketing da FGV, pude conviver com professores exemplares. Um deles é Luciana Mourão Cerqueira e Silva, sócia de Rossana Pavanelli na Hoje/Emp Consultoria (veja post anterior). Em uma de suas aulas, Luciana sugeriu que um profissional de marketing poderia ganhar dinheiro como fazem os contadores, ou seja, com diversos clientes na carteira. Exemplo: você fecha um contrato de consultoria de 8 horas horas-técnicas mensais e recebe um salário mínimo por mês por esta consultoria a empresários. Possuindo em sua carteira de empresas cerca de 20 clientes com remuneração individual de um salário mínimo, você arrecadaria em um mês quase 10 mil reais. Que tal? Luciana deu esta sugestão em um contexto onde os alunos questionavam a empregabilidade na área de marketing. A alternativa oferecida por ela me convenceu de que há outros caminhos do que simplesmente ser funcionário em agência de propaganda ou consultoria de marketing. Não é fácil, mas o sucesso é sempre o prêmio para empreendores que não temem o risco!

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Já pensou em ser perito de marketing?

24/04/2009 · Deixe um comentário

Em 2001, ano em que comecei como professor na Universidade Católica de Brasília, pude entrar em contato com profissionais ímpares no mercado. Um deles é Rossana Pavanelli, diretora da Hoje/EMP Consultoria, empresa dedicada a pesquisa, consultoria e avaliação. Na época, Rossana já comandava a empresa e dedicava-se, também, à atividade docente em instituições de graduação e pós-graduação do DF. Porém, o que mais me chamou a atenção foi ela me contar que era perita de marketing. Rossana colocava seu conhecimento à disposição da justiça sempre que seus pareceres eram solicitados para dirimir dúvidas em um pendência envolvendo empresa e profissionais de marketing. Esta atividade exige um bom relacionamento com pessoas do judiciário para que se entre no seleto grupo de peritos. Restrito ou não, o certo é que este é um caminho para profissionais de marketing desempenharem seu trabalho com o que tem de melhor: seu conhecimento. Para se ter uma idéia, dependendo da complexidade da pendência, um parecer de um perito de marketing pode custar até R$ 200 mil. E aí, que tal ser um perito de marketing?

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Use sua monografia para conseguir emprego

17/04/2009 · Deixe um comentário

Quando cursava o MBA em Marketing na Fundação Getúlio Vargas, em Brasília, decidi que queria trabalhar em marketing hospitalar. Acreditava que seria uma área promissora, uma vez que as instituições privadas de saúde careciam de direcinamento estratégico em seus mercados. Ao final do curso, elaborei uma monografia intitulada “A importância do Endomarketing nas instituições privadas de saúde”. Confesso que o trabalho não saiu lá grande coisa, uma vez que tive meu tempo atropelado por um novo emprego no Taguatinga Shopping. Tirei nota 8 no trabalho, orientado pela professora Luciana Mourão Cerqueira e Silva (hoje na Universidade Salgado de Oliveira). Adicionei o título de meu trabalho em meu curriculum e o enviei a diversas instituições de saúde. Uma delas, o Hospital Santa Luzia, estava estruturando seu departamento de comunicação e marketing e chamou-me para uma entrevista, onde fui questionado sobre minha monografia e dada a oportunidade para “vender meu peixe”. Passei por três etapas da seleção, mas não levei a vaga. Mas ficou a lição e desde lá venho recomendando aos meus orientados de trabalho de conclusão de curso que sejam criteriosos na definição de seus temas, pois estes podem devem ter relação direta com os objetivos profissionais deles. A mesma recomendação serve para você, caro leitor. Você deu ou tem dado atenção ao desdobramento da escolha de seu tema para monografia? Lembre-se que ela pode ajudar a alavancar sua carreira. Não encare a monografia como apenas um complicado exercício, mas sim, a possibilidade de criar interesse dos empregadores por seu nome. Pense nisso!

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