Entradas categorizadas em ‘Design’

Estou na fila. A empresa japonesa Masunaga apresentou ontem, 27/10, em Tóquio, um par de óculos que obriga os jogadores de videogames e internautas a piscar. O objetivo da novidade é evitar o olho seco, um sintoma comum quando o fã de tecnologia fica muito concentrado diante da tela. Os sensores do produto são acionados quando o usuário fica cinco segundos sem piscar – quando isso acontece, a lente embaça. Preço não foi divulgado. (fonte: globo.com)
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Hoje vi no Blog da Tamiris, aluna do curso de Jornalismo da UCB, um interessante post sobre a tabela de preços da ADEGRAF (Associação dos Designers Gráficos do Distrito Federal) e do Brasil. A proposta da tabela é facilitar a precificação dos serviços dos profissionais de design gráfico. Afinal, quem já não passou por aquela situação do tipo “faz um preço legal por conta da nossa amizade, tá?” Pois é. Tá na hora de praticar preços dignos da qualidade do profissional, não acham?
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Você reconhece os artistas acima? A imagem é uma peça de Pixel Art de Kristof Saelen, um diretor de arte belga que recria personagens dos anos 80 e 90 em forma de personagens de games, a partir de softwares como Flash, Photoshop, Ilustrator e Safari. Além de obras como esta, Saelen cria logomarcas e websites, pois atua também como arquiteto de informação. Vale a pena conferir o trabalho deste designer. Aproveite para verificar a criatividade e objetividade do artista em seu website.
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A foto acima não é apenas uma foto, muito menos obra do Photoshop. É a obra de Juan Francisco Casas, um artista espanhol nascido na província de Jaén. Casas utiliza como ferramenta exclusivamente canetas esferográficas. O artista possui um curriculum invejável e possui obras em importantes museus da Espanha. Também atuou como fotógrafo dos grupos musicais Baby Charles, Mieszanka e Staxx. Diga a verdade: a Bic não poderia patrociná-lo?
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Uma boa opção para quem gosta de design gráfico é o website Graphics.com. Nele, é possível baixar softwares gráficos gratuitamente, bem como tomar conhecimento de novidades no universo gráfico.: galerias, pesquisas, cursos EAD, forums e muito mais. Acesse e confira!
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Nos últimos anos, o número de agências de trade marketing reduziu-se. As players atuais do mercado, porém, realizam trabalhos com a qualidade de suas concorrentes internacionais. Empresas concorrentes como a sul-africana Barrows Trade Shop, que em maio inaugurou seu primeiro escritório na América Latina. A Barrows paulistana terá como primeiro cliente a Unilever, mas já tem em seu portólio internacional multinacionais como Philips, 3M, Bic e Coca-Cola, entre outros. Além da pátria-mãe e do Brasil, a empresa atua também na Turquia e no Reino Unido.
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Ontem, quando publiquei o link do Cool Text Graphics Generator, minha intenção era divulgar uma ferramenta nova para auxiliar na criação de peças de identificação visual. Naturalmente, os autores do site não oferecem a solução completa, pois revendem um software mais amplo, com mais recursos. O site do Cool Text, neste contexto, é apenas uma degustação do produto revendido pela empresa. Mesmo assim, é bom observar que a produção automática de uma logomarca poderá não se prestar para um estudo de identificação visual mais amplo. Creio que o mérito do software seja estimular os interessados a avançarem no estudo das marcas. Afinal de contas, publicitários e designers se propõem, com seu amplo conhecimento, a oferecer uma solução completa de comunicação visual, devidamente embasada e elaborada com esmero. Acredito que, tão cedo, não surgirá um software que substitua a qualidade do trabalho daqueles, muito menos um estudo de Branding. Mas que o Cool Text é uma ferramenta divertida, isso é, não?
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Se você achava que dava para criar uma logomarca sem esforço intelectual e sem auxílio de algum amigo designer, você estava certo. Nos últimos dias, descobri que isto seria possível através do website Cool Text Graphics Generator. Com um software engenhoso, o ambiente interativo permite que você digite a palavra que deve constar na logomarca e, com modelos pré-definidos, a processa no formato que desejar, gerando uma logomarca. Simples assim. Visite-o e divirta-se. A propósito: aceito donativos de internautas que passarem a ganhar dinheiro com esta dica que acabei de dar! (rs) Acesse e divirta-se!
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Ontem recebi uma provocação da professora Silvia Zampar, que me dá a honra da leitura diária deste blog. Relembrando uma discussão em seu blog intitulada Logotipo x Logomarca, o qual recomendo que acessem, ela propõe que eu dê minha opinião sobre quando utilizar cada expressão. Vamos lá!
Convivo desde meus onze anos de idade com o universo gráfico. Não é à toa que ministro também a disciplina Produção Gráfica na UCB. Naquela época, por volta de 1977, a expressão mais recorrente era logotipo, expressão muito associada à utilização de uma determinada família de tipos (ou tipia) para representar uma empresa, como faz a 3M, por exemplo. Dedicada à inovação, a empresa utiliza uma grafia simples, preservando-o assim até hoje.
A expressão logotipo era também muito utilizada porque a maioria das empresas utilizava uma tipia padrão para representá-la, sem qualquer recurso de estilização. Tudo em nome da facilidade de reprodução, cujos recursos eram precários à época, pois não havia computador pessoal e softwares gráficos para fazê-lo.
E a expressão logomarca? Na década de 80, com um maior desenvolvimento das indústrias gráfica e publicitária, surgiram recursos fotográficos e de software com novos recursos, permitindo aos designers diversas experimentações em suas criações. O resultado passou a ser uma mistura de tipia (logotipo) com letras estilizadas ou figuras de propaganda (marca, tal qual a fundida em um touro, por exemplo), evoluindo para o conceito de logomarca. Para melhor compreender, veja a marca Nike. Quando ela utiliza apenas o nome Nike em tipia específica, podemos chamar o símbolo de logotipo. Quando esta tipia está combinada com a curvinha característica (o “Swoosh”), teremos, assim, a logomarca da empresa. Se utilizarmos apenas o Swoosh, teremos aqui apenas a marca.
Acho importante fazer esta distinção em nosso discurso do dia a dia. Senão, tenderemos a utilizar indiscriminadamente a expressão logomarca, vulgarizando-a.
Será que enriqueci o debate sobre o tema?
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Expor logomarcas criadas por artistas de todo mundo. Este é o objetivo do website Brands of the World. Com recursos de upload, você pode enviar suas logomarcas e compor esta imensa biblioteca de marcas. Ideal para buscar inspiração em novas logomarcas e divulgar suas criações. Acesse e confira!
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Orange County Choppers é o nome da fábrica artesanal de motos dos astros do seriado American Choppers, um reality show que mostra a vivência de pai e filhos no comando de sua empresa. A empresa existe mesmo e possui uma série de produtos customizados para quem deseja desembolsar algumas dezenas de milhares de dólares. A novidade agora é a moto elétrica que os designers da empresa desenvolveram. Paul Senior mostra orgulhoso a sua criação na foto acima. Gostou? Acesse o site da Orange County e veja o vídeo sobre seu novo lançamento.
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A estratégia é mais ousada do que simplesmente batizar sandálias da Grendene. O Grupo Caco de Telha, responsável pelo agenciamento da carreira da cantora baiana, fechou uma parceria com a Prime Licensing para lançar a marca Ivete Sangalo. A receita será baseada em royalties de venda de produtos, que chegam ao mercado a partir do mês de novembro, nas linhas de confecção, calçados, lingerie e cosméticos. Todos serão previamente aprovados pela artista. “Ivete tem uma magia inexplicável como Pelé e Disney. É isso que queremos trabalhar”, diz Paulo Ferreira, diretor geral da Prime. “O mercado de licenciamento dá sinais de amadurecimento, mas tem uma dinâmica própria. Para atuar nesse segmento, mantendo o cuidado que temos com a carreira de Ivete, decidimos buscar um parceiro eficiente e com mais experiência”, afirma Alexandre San Galo, Diretor de Marketing da Caco de Telha. A Prime Licensing é responsável pela marca do rei Pelé e as negociações entre as duas empresas começaram em novembro de 2007.
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