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Do pós-guerra até os anos 60, o mundo vivenciou a geração dos baby-boomers, ou “filhos da guerra”. Depois, vieram os X, nascidos entre o final dos anos 60 e o início dos 80, grupo no qual me incluo. Foi um período de profundos choques econômicos e culturais. Atualmente, estamos na geração Z, nascida nos anos 90 e 2000 e que vivencia o mundo digital. Mas e a geração Y, quem são eles? Há um consenso de que a geração Y é aquela dos jovens nascidos entre 1980 e 1994, que começam a dar os primeiros passos na vida profissional ou se preparam para iniciar a carreira. É uma geração que busca reconhecimento, porém são impacientes. Além disso, são questionadores exagerados e individualistas, o que pode parecer autoconfiança ou arrogância. É uma geração que se acha dona de seu próprio sucesso, o que é bom mas pode também desaguar em depressão. Enfim, uma geração que precisa ser melhor compreendida. Você faz parte da geração Y?
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Ao mudar-me de um apartamento de 160 m2 para outro de 70 m2, senti o drama de ter que me adaptar a um espaço menor em função de um planejamento mais consciente para o futuro. Afinal, eu saía do custo de um aluguel mensal para a prestação de um apartamento próprio, um investimento que se justificará no futuro. De fato, não é fácil esta adaptação. Nesta semana, uma das matérias da revista Época é precisamente de pessoas que vivenciam a mesma situação que a de minha família. Segundo a reportagem, a classe média está se reinventando para ajustar sua realidade as seus planos financeiros. Veja a reportagem, pois ela é muito interessante.
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Abaixo, um diagrama demonstrativo do trajeto de um homem e de uma mulher com uma clara missão: comprar uma calça no shopping center.

Trajeto do homem e da mulher em uma missão de compra no shopping center
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Recentemente, uma reportagem do Los Angeles Times trouxe a reclamação de um produtor de filmes eróticos sobre a influência da Cultura do Grátis no volume de títulos lançados no mercado. A Cultura do Grátis é o nome que o autor Chris Anderson utiliza para designar o paradigma da nova geração que nasceu consumindo produtos gratuitamente, como os conteúdos de Internet, por exemplo. Segundo Dion Jurasso, proprietário da empresa Combat Zone, o número de títulos que as produtoras de filmes eróticos vem lançando é 30 a 50% menor que no ano passado. Seus negócios, em particular, reduziram 50% nos últimos 3 anos. Ele aponta como principal fator a pirataria on-line, que disponibiliza filmes integrais em sites pornôs semelhantes ao Youtube. Cinco entre os 100 principais portais acessados nos EUA são de conteúdo erótico, segundo o instituo Alexa.com. Além disso, as produções dos estúdios vem concorrendo também com produções amadoras dos próprios usuários da Internet. Para sobreviver, a indústria pornográfica terá que se reinventar, se é que isto é possível. O impacto econômico desta tendência pode ser devastador para este segmento, a exemplo do que já vem ocorrendo com a indústria da música. Parafraseando Chris Anderson, a nova geração quer produtos grátis e a indústria terá que se adaptar a isto, sob pena de ver os jovens buscando caminhos alternativos para obter o que desejam.
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Felizmente, nem tudo é consumo no mundo infantil. Um levantamento do Ministério da Saúde demonstra que, entre 1999 e 2008, houve redução considerável do uso de chupeta em crianças menores de 12 meses. No ano de 1999, 57,7% dos bebês com idade inferior a 12 meses usavam chupeta no país. No ano passado, esse percentual caiu para 42,6%, uma variação de 15,1%. O estudo levou em consideração as 27 capitais e outros 239 municípios, com informações de aproximadamente 118 mil crianças. A queda no uso de chupetas foi percebida em todas as regiões. Maceió foi a capital que apresentou a maior redução (20 pontos percentuais). Na região Norte, apenas 25,5% das crianças menores de 12 meses usam chupeta. A região Sul possui o maior índice, com 50,6%. Os dados compõem a II Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e DF (PPAM), divulgada durante a Semana Mundial de Amamentação. O Ministério da Saúde não recomenda o uso de chupeta, nem de mamadeira, porque isso interfere na duração do aleitamento materno, segundo Elsa Giugliani, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde. A Região Norte, onde mais se amamenta no Brasil (média de 434,81 dias), apresenta menor prevalência do uso de chupeta e mamadeira. A pesquisa também analisou, pela primeira vez, o uso de mamadeiras entre crianças menores de 12 meses, verificado em 58,4% do total. O uso foi mais comum na região Sudeste (63,8%) e menos frequente na região Norte (50,0%). Os dentinhos da gurizada agradecem! (Com informações do UOL Ciência e Saúde)
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Na pré-história, cabia ao homem a tarefa inglória de ir à caça, buscar carboidratos para alimentar sua família. À mulher, cabia a missão de cuidar do lar, ou melhor, da caverna. Sua rotina era limpar o ambiente, cuidar dos filhos, preparar a comida. Por sua iniciativa, a mulher também gostava de sair da caverna e buscar, na natureza, objetos, vegetais e frutas que pudessem ampliar a dieta da família. Uma frutinha aqui, uma lenha ali, a mulher era a grande colhedora da natureza. O tempo passou, mas este hábito ficou na gene feminina. Hoje, o hábito de consumir representa uma evolução daquela mulher colhedora da pré-história. Não podendo simplesmente colher, a mulher de hoje compra, e adora comprar! Portanto, caras leitoras, não se sintam culpadas por gostarem tanto de um shopping. Isto é genético!
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Outro dia estive a discutir com um professor amigo meu por que os homens tem a atenção despertada por mulheres louras. Segundo ele, seria pela tradição antiga da indústria pornô sueca, que disseminou o biotipo da mulher loura como símbolo sexual. Na minha interpretação, acredito que a explicação seja menos sexual e mais simbólica. Na verdade, a cor do cabelo da mulher loura remete ao simbolismo do ouro, metal reconhecido como o mais precioso. Simbolicamente, o cabelo loura simbolizaria uma mulher mais valiosa que as outras, razão pela qual os homens as prefeririam. O fato é que a maioria das mulheres, inevitavelmente, acaba experimentando a coloração dourada. Minha versão não é plausível?
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Nesta semana, fiquei 3 dias sem conexão com minha operadora de celular. Segundo o call center da Oi, que se diz “Simples assim”, o problema era o congestionamento na central telefônica, e a previsão era de que em 24 horas o problema seria sanado. Não foi simples assim! O celular de minha filha também registrou o mesmo problema. Ambos foram transferidos de outra operadora utilizando a portabilidade. Ontem fui à loja da empresa e descobri que era problema de configuração de rede e que outros usuários tinham o mesmo problema. O fato é que nos últimos meses a operadora vendeu muitos chips e agora está sentindo os efeitos da sobrecarga em sua central telefônica. Até que ponto é bom vender muito? No caso da operadora, o excesso de clientes utilizando os bônus em créditos de ligações está provocando insatisfação dos próprios usuários. Vender muito é bom, mas melhor é vender bem, ou seja, cumprir as promessas de qualidade que estão por trás dos anúncios. Bom fim de semana a todos!
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Um dos mercados que mais cresce com o aumento do poder aquisitivo do brasileiro é o de motos. Depois da Dafra, lançada com campanha da Loducca no início do ano, mais uma marca entrará no segmento, que avançou 30% no primeiro semestre. Trata-se da Birelli, comercializada no Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santos e Bahia. A agência carioca Groove atenderá a indústria. A venda de motos expandiu-se e chegou também aos supermercados. Na rede Carrefour é possível comprar motos de origem chinesa a R$ 4.000,00 pelo cartão da loja. Apesar de democratizar o acesso da população a um veículo de locomoção, apenas interpreto como uma miniaturização do individualismo automobilístico do brasileiro, o qual prefere andar sozinho em um veículo do que transportar várias pessoas e aproveitar o momento socializante de uma viagem compartilhada. Com o aumento das motos nas ruas, ampliam-se os acidentes envolvendo motociclistas, sejam motoboys ou condutores comuns. Creio que dar carona em um veículo é mais ecologicamente correto do que comprar uma moto. Transporta-se mais gente com menos agressão ao meio ambiente, menos riscos de acidentes e menos carros nas ruas. A indústria agradece, a ecologia e o trânsito não.
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No dia 27 de julho, o jornal Folha de São Paulo publicou O Jovem Brasileiro, um dossiê de 20 páginas sobre os 35,3 milhões de brasileiros na faixa etária entre 16 e 25 anos, ou seja, 19% da população. A pesquisa foi realizada em 168 cidades com 1.541 jovens das classes A a E. O relatório aponta que 74% dos jovens acessam a internet, sendo que 26% a utilizam como fonte primária de informação. 81% estão no orkut e outros sites de relacionamento. 76% utilizam mensagens instantâneas tipo MSN, 61% fazem downloads de música, 23% de ilmes, 58% assistem a vídeos, 43% freqüentam salas de bate-papo, 32% lêem blos. Segundo Chris Anderson, em sua obra The Long Tail e agora pela teoria do Free (grátis), “uma geração que cresceu com a web, livre e grátis, está chegando à idade adulta, e eles vão encontrar maneiras totalmente novas de lidar com o mundo. Eles exigem as coisas grátis e vão ter”. E o direito autoral, como fica nesta história? Parece que a nova geração não está preocupada com isto. Uma geração que ganha míseros R$ 800,00 por mês. Uma geração cuja renda familiar não passa de R$ 1.900,00, insuficientes para garantir saúde, educação, vestuário e moradia, só pra ficarmos nos itens básicos. As empresas terão que aprender a lidar com isso, seja baixando seus preços - como estão fazendo as gravadoras e empresas de alimentação -, seja utilizando ações promocionais cada vez mais criativas e de valor agregado. O direito autoral, ainda vigente, terá que ser flexível, para proporcionar a um autor disseminar sua obra ao máximo sem deixar de receber por isso. E você, o que acha?
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Surge uma boa obra abordando a produção colaborativa. É Wikinomics – Como a Colaboração em Massa Pode Mudar o Seu Negócio, de Don Tapiscott e Anthony D. Williams. A obra discute como a lógica de produção colaborativa de conteúdos está impactando a economia. Relata, também, as principais ferramentas de colaboração online, como MySpace, Flickr, YouTube etc. e apresenta alguns cases de sucesso, como o da IBM, que investiu na comunidade Linux e está colhendo bons resultados. Preço nas lojas: R$ 50,00.
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O nome não precisaria ser precisamente este, mas acredito que deveria ser criado um dia para presentear a casa de uma pessoa querida, o que evitaria mal-entendidos e decepções que ocorrem em outras datas comemorativas. Isto porque o comércio incentiva, nestas ocasiões, o ato de presentear o alvo da data comemorativa com produtos de casa, e não para si próprio. Exemplo: a família presenteia a matriarca com uma máquina de lavar no Dia das Mães. O presente é para ela ou para a família? Não seria melhor uma roupa, uma jóia ou outro objeto de exclusivo da querida mãe? Outro exemplo: uma tv de LCD para o patriarca no Dia dos Pais. Será apenas ele o usuário do eletrodoméstico, ou a família toda? Para o comércio, tanto faz a que se refere a data comemorativa. A verdade é que todos embarcam nesta onda e presenteiam as pessoas com presentes para a casa, e não para si. Não é um mico? No sugerido Dia da Casa Nova ocorreria, justificadamente, esta situação, proporcionando a todos da família um benefício que seria usufruído por todos os seus componentes. Minha sugestão seria estabelecer esta data no mês de novembro, onde, tradicionalmente, não há data comemorativa que beneficie o comércio, a não ser o fato de ser véspera do Natal.
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