Publicado por: eliasrs em: 03/07/2009
Em 1984, estive na UnB – Universidade de Brasília – para tentar passar no vestibular para Comunicação Social. Meu objetivo era cursar Publicidade e Propaganda naquela instituição. Três semanas depois do exame, o resultado: não passei. Fiquei decepcionado, mas decidi enfrentar o vestibular do Ceub – Centro de Ensino Unificado de Brasília, com a mesma intenção. Até então, as duas instituições eram as únicas a oferecer Publicidade e Propaganda, sendo este curso, portanto, muito concorrido. Prestei o concurso animado com minha performance, mas com uma convicção: se não passasse no Ceub, faria a Faculdade Teológica, pois não suportaria ficar um semestre ocioso. Não foi preciso me dedicar aos estudos cristãos: passei no vestibular do Ceub. Uma grande mudança começara em minha vida: tornar-me um universitário. Naquela instituição vivenciei quatro anos de muitos estudos e amizades, algumas das quais tenho dissertado aqui no blog. Pois bem. Hoje um sentimento diferente tomou conta de mim. Fui convidado por um aluno da UnB, Bruno Borges, para participar de sua banca de conclusão de curso. Seu trabalho, sobre Marketing Promocional, abordou o desconhecimento dos estudantes de Publicidade da UnB e da UCB acerca do tema. Participaram da banca a profesora Nathalie e o mestre Edmundo Brandão Dantas, autor de diversos livros sobre marketing e docente naquela universidade federal. Agora, eu estava na UnB como professor convidado, uma sensação muito melhor do que a de simples candidato ao vestibular. Por algumas horas, senti-me um professor da UnB e respirei aquele ar típico das universidades mal cuidadas em termos de estrutura física mas vicejando conhecimento e dedicação acadêmica por todos os poros. Agradeço ao Bruno pelo convite e aos professores da banca pelo breve e proveitoso convívio.
Publicado por: eliasrs em: 02/07/2009

Um fotógrafo movido a três paixões: a fotografia, o deserto e a África. Assim define a Revista National Geographic ao falar de George Steinmetz, um de seus principais colaboradores. Utilizando um parapente motorizado, o fotógrafo busca novas e impactantes imagens do universo africano. Em alguns casos, utiliza aviões também. Saiba mais sobre este fotógrafo e sua arte!
Publicado por: eliasrs em: 01/07/2009
Hoje, 1º de julho, completam-se 15 anos do Plano Real, o mais bem-sucedido plano econômico brasileiro. Concebido ainda no Governo Itamar Franco e sob a batuta do então ministro da Economia, Fernando Henrique Cardoso, o plano reduziu a inflação a níveis ínfimos e provocou o aumento do poder aquisitivo da população. Em 27 de feveiro de 1994, foi publicada a medida provisória nº 434, que instituiu a Unidade Real de Valor (URV), que indexava a economia diariamente, gerando um índice estável em um período de preços em que tudo aumentava todos os dias, considerando-se a alta inflação em que vivíamos. Naquela época, quando recebíamos o salário no final do mês tínhamos que correr ao supermercado para não perder o poder aquisitivo no dia seguinte. Neste contexto, era necessário fazer uma compra suficiente para todo o mês. Durante cinco meses, comprávamos e recebíamos em URV, cujo valor era atualizado diariamente. Se os custos aumentavam em reais, nossas receitas seguiam a mesma elevação. Durante os cinco meses em que vigorou, A URV nos proporcionou acostumarmos com a idéia de moeda estável. No início de julho do mesmo ano, a URV foi substituída pela moeda Real, que já passou a vigorar de forma estável, chegando a valer 1 dólar com total paridade. Em um primeiro momento, as vendas aumentaram, especialmente de produtos alimentícios, como frango e iogurte, itens eleitos como ícones do sucesso do plano. Viajar para o exterior ficou mais barato. O turismo foi beneficiado, mas, na verdade, todos os segmentos deixaram de sofrer com inflação de 700% ao ano. A tranquilidade que temos para programar nossa vida financeira, hoje, devemos à boa engenharia do plano. Um novo consumidor, com ele, surgiu, mais consciente e sem pressa de comprar.
Publicado por: eliasrs em: 30/06/2009

A proposta é interessante: operar conceitos criativos em alimentos como melancia, laranja e outras iguarias. Seja para decorar ou para ilustrar peças criativas, a arte em alimentos tem lugar de destaque como inovação culinária. Veja mais e divirta-se!
Publicado por: eliasrs em: 29/06/2009

Apenas republicando homenagem, de bom gosto, feita hoje pelo site Kibeloco a Michael Jackson.
Publicado por: eliasrs em: 29/06/2009

Typingweb: facilidade no aprendizado de digitação
Digitar um texto rapidamente nos faz ganhar tempo e produtividade. Mas se você é daqueles que ainda “catam milho” no teclado do seu pc? Seus problemas acabaram. Chegou o website typingweb.com. Em um ambiente em idioma português e interativo, você poderá aprender como digitar mais rápido e sem erros. Visite o site e teste você mesmo!
Publicado por: eliasrs em: 28/06/2009
Julho está chegando e é mês de férias. Montar um roteiro de viagem é quase tão prazeiroso quanto a viagem propriamente dita. Por isso, uma boa dica é o site booking.com. São mais de 45 mil hotéis pelo mundo, com foco principalmente na Europa (para os EUA, vá direto ao priceline.com, do mesmo grupo). Eles garantem a melhor tarifa, e você não paga nada antecipadamente, só no check-out.
Publicado por: eliasrs em: 27/06/2009

Do blog Rhymin Stealin, sobre a passagem de Michael Jackson:
“Agora eu sei o que meus pais sentiram quando John Lennon morreu. Michael foi um dos mais inovadores, desafiadores, influentes, carismáticos e amados performistas da história moderna.”
Publicado por: eliasrs em: 26/06/2009
Em 1975, no auge de sua fama, os Jackson Five estiveram em Brasília para um show em um dia de sábado. Três irmãos meus, animados, me levaram, ainda criança, para assistir o show de um fenômeno chamado Michael Jackson e seus “brothers”, entre eles Jermaine Jackson. Esperamos cerca de três horas no Ginásio de Esportes Presidente Médici (hoje Nilson Nelson), quando chega a notícia de que o show fora adiado para o dia seguinte, pela manhã. Frustrados, voltamos para casa especulando sobre a razão do adiamento do espetáculo. No dia seguinte, os Jackson Five se apresentaram no Ginásio, mas, não me lembro por que razão, não pude ir. O show ocorreu com portões abertos e dizem que foi memorável. Lembrei-me deste fato ontem, quando, consternado, recebi a notícia da morte do cantor ao ver uma coletiva de seu irmão Jermaine. Para alguém da minha geração, é impossível falar em alguns fatos da vida sem citar Jackson em algum momento. Hora com músicas românticas, hora com músicas dançantes, o cantor enfileirou uma seqüência de canções que compôs a trilha sonora de minha vida e de meus contemporâneos. É uma pena um talento musical como ele ir tão cedo, mas ficam suas músicas em nossos players e nossa memória! Apenas lamento o fato de não tê-lo visto quando podia e não mais ter a chance de um dia vê-lo ao vivo! Mais que um ídolo, Michael Jackson é uma marca premiun, que ainda vai render muitos lucros a seus herdeiros e muita nostalgia em fãs como eu!
Publicado por: eliasrs em: 25/06/2009
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O nome não precisaria ser precisamente este, mas acredito que deveria ser criado um dia para presentear a casa de uma pessoa querida, o que evitaria mal-entendidos e decepções que ocorrem em outras datas comemorativas. Isto porque o comércio incentiva, nestas ocasiões, o ato de presentear o alvo da data comemorativa com produtos de casa, e não para si próprio. Exemplo: a família presenteia a matriarca com uma máquina de lavar no Dia das Mães. O presente é para ela ou para a família? Não seria melhor uma roupa, uma jóia ou outro objeto de exclusivo da querida mãe? Outro exemplo: uma tv de LCD para o patriarca no Dia dos Pais. Será apenas ele o usuário do eletrodoméstico, ou a família toda? Para o comércio, tanto faz a que se refere a data comemorativa. A verdade é que todos embarcam nesta onda e presenteiam as pessoas com presentes para a casa, e não para si. Não é um mico? No sugerido Dia da Casa Nova ocorreria, justificadamente, esta situação, proporcionando a todos da família um benefício que seria usufruído por todos os seus componentes. Minha sugestão seria estabelecer esta data no mês de novembro, onde, tradicionalmente, não há data comemorativa que beneficie o comércio, a não ser o fato de ser véspera do Natal.