Magazine Luiza vai mudar de nome com a ajuda dos internautas

Sabe a Luiza, aquela do Canadá? Pois ela é a estrela do video de lançamento do concurso para mudança do nome do Magazine Luiza. A rede de lojas criou a hashtag #ONomeAgoraÉ para convocar os internautas a sugerirem a nova nomenclatura da empresa, a partir do Twitter e do Facebook. A empresa, assim, pega carona no buzz gerado na web pela garota.

Pela adoção do “copyflex”

Ontem falei em minha proposta para a flexibilização dos direitos autorais. A idéia é simples e passa por duas situações.

Primeiro princípio: quem utiliza a obra de terceiros para qualquer fim do qual se beneficie financeira ou materialmente, deve pagar direitos autorais.

Segundo princípio: quem utiliza a obra de terceiros para fins experimentais ou sem fins lucrativos, estaria isento do pagamento de copyright.

A simples autocrítica de quem utiliza obra de terceiros observando os dois princípios já resolveria a maioria dos casos. Pode parecer muito simplista, mas funciona. Mas o caro leitor desejas que eu complique para provar minha tese?

Imagine um internauta que posta um vídeo utilizando uma música ou vídeo no YouTube e vira sucesso na web. Se com este êxito apenas traz alguma fama, sem conseqüências materiais benéficas ele, o mesmo estaria isento do pagamento de direitos autorais. Mas se a fama alcançada lhe trouxesse contratos com benefício material, aí sim ele teria que pagar por isto.

Há que se observar, entretanto, se o internauta não estaria utilizando a obra de terceiro para distorcer a mensagem original do autor. Neste caso, mesmo com a experiência não trazendo vantagens materiais para o internauta, este deve responder pela utilização maldosa da obra de terceiros.

Esta é a minha contribuição para o debate. E você, caro leitor, qual sua opinião sobre o tema?

 

Protesto contra projeto de lei americano defende liberdade na web.

Nesta semana a grande discussão na web foi um projeto de lei americano que propõe restrições no uso de obras de terceiros, principalmente na internet.

Diversos portais protestaram contra o projeto, vendo nele uma tentativa de controlar a internet que, por natureza, é livre.

O que está em discussão é a liberdade de expressão. Por um lado, os principais players da web auferem movimentam seus negócios com a participação de internatuas e, não raro, com obras de terceiros, como músicas e vídeos, a partir de um princípio “subversivo” denominado copyleft.  Por outro lado, a indústria cultural requer dos legisladores mecanismos de controle da utilização indevida de obras de sua propriedade, a partir do princípio do “copyright”.

Quem está certo e quem está errado nesta história? Estou convencido de que não esta a questão, mas sim, de quem vai ganhar esta batalha.

Acredito que é hora da sociedade do conhecimento discutir a questão dos direitos autorais com a maturidade de quem deve reconhecer o direito do autor mas, também, com a humildade de quem reconhece o valor do compartilhamento cultural e livre acesso a todas as camadas da sociedade, evitando a elitização da cultura.

Particulamente, nem defendo ferrenhamente o copyrigh nem sou ativista do copyleft. Acredito, sim, em um “copyflex”, ou seja, um direito autoral que deve ser cobrado de quem ganha dinheiro com o uso da obra de terceiros e a liberação da cobrança a quem utilizar a obra apenas para disseminá-la, reforçar sua expressão ou para fins didáticos.

Gostaria que o prezado leitor se manifestasse. O espaço é de vocês. Sem censura.

Faz muito bem à alma ver uma criança sorrindo. Aproveitando o sucesso de um bebê sorrindo incessantemente no YouTube, o Banco Itaú lançou um comercial com o mesmo garoto para divulgar a utilização do extrato eletrônico no lugar da versão impressa. Um apelo ecológico oportuno no branding do banco, não acha?

Leilão virtual Lances de Vantagens, da Ipiranga, gera desconfianças nos usuários

Como novo produto de fidelização da rede de postos Ipiranga, o leilão virtual “Lances de Vantagens” vem gerando dúvidas nos usuários. Isto porque o site tem registrado inúmeros casos de lances com valores muito superiores ao valor real do produto leiloado.

Um bom é exemplo desta situação é o crédito em combustível no valor de R$ 500,00 arrematado pelo valor de R$ 824,00, enquanto o custo para a rede é de R$ 450,00. Desonestidade do site? Acredito que não, pois a rede vende o produto, no máximo, pelo valor de face a ele atribuído, no caso da gasolina, R$ 500,00.

O que provavelmente vem ocorrendo é a utilização de programas-robô por usuários. O uso destes softwares faz com que o usuário que o adota sempre seja o último a dar o lance nos 20 segundos, vencendo a disputa. Acredito que isto ocorra nos produtos mais atraentes, como o crédito de gasolina e aparelhos eletrônicos modernos. Imagino que não devam ser poucos os “rackers” que façam isto.

É bom que os gestores do site combatam este problema, pois ele afeta a imagem da rede de postos, que vem incrementando cada vez mais seu programa de fidelização de forma criativa. Eu, particularmente, desisti de dar lances no leilão virtual da rede. Pena!

Impressão em lona tem bom custo benefício, mas dura pouco!

Com a grande proliferação da impressão digital em lona, a maioria das empresas tem podido sofisticar suas fachadas e materiais de merchandising.

No caso da utilização em fachadas a relação custo-benefício costuma não ser tão positiva quanto para materiais utilizadas no interior das lojas. Isto porque a ação do sol, do vento e das chuvas provoca o desgaste precoce da impressão, ainda que o suporte ofereça resistência. Como não é possível reimprimir na lona antiga, torna-se necessário, periodicamente, trocar esta por uma nova.

A duração da impressão em lona utilizada nas fachadas é de 1 ano, tempo de garantia normalmente oferecido pelas empresas de programação visual que as oferecem ao mercado. Após este período, as informações da fachada passam a ser prejudicadas pela ilegibilidade.

Esta realidade tem obrigado muitos empresários a repensarem este custo para seus estabelecimentos. Em alguns casos, é mais vantajoso produzir fachadas em metal ou acrílico, que oferecem mais plasticidade e durabilidade, embora com menos recursos, como o uso de fotos, por exemplo. A ação combinada entre metal e lona também é possível, o que pode oferecer o melhor das duas tecnologias.

De qualquer foram, é preciso avaliar o custo-benefício para sua empresa antes de decidir pela impressão em lona. Se sua empresa precisa mudar as informações da fachada periodicamente, ela é indicada. Mas caso as informações sejam permanentes, talvez valha a pena investir um pouco mais.

Depois do analfabetismo funcional, o “analfabetismo digital”

A expressão “analfabetismo digital” é uma expressão proposta pelo colunista Gilberto Dimenstein e propõe uma reflexão não sobre a falta de acesso à informática, mas sim a decisão de não aderir a ela ou de não explorar todo potencial positivo que ela pode oferecer às nossas vidas.

A grande proliferação de equipamentos e softwares, muitas vezes, confunde as pessoas sobre o que é necessário para suas vidas digitais. Em alguns casos, adere-se ao supérfluo, em outras subutilizam-se recursos.

É preciso ter um bom senso para definir quais recursos podemos nos valer da informática para nossas vidas. E você, o que acha?

Quase sem querer (Renato Russo)

Se o início do ano é uma época para refletir, que tal esta música de Renato Russo?

QUASE SEM QUERER

Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso,
Só que agora é diferente:
Sou tão tranqüilo e tão contente.

Quantas chances desperdicei,
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém.

Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira,
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.

Já não me preocupo se eu não sei por que.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.

Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos!
Sei que, às vezes, uso
Palavras repetidas,
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?

Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto.

Já não me preocupo se eu não sei por que.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você.

Capitão Guerreiro é o nome do herói de estórias em quadrinhos do S. C. Internacional

O  super-herói que estará nas páginas da revista em quadrinhos que o Internacional vai lançar para a gurizada colorada em março teve o seu nome escolhido em votação pela internet. Durante duas semanas, o Clube proporcionou uma enquete pelo site oficial, primeiro pedindo sugestões de nomes e depois colocando os seis mais citados pelos torcedores para votação final.

Cerca de 10 mil colorados participaram da interativa, e com 40.03% dos votos, o nome ‘Guerreiro Vermelho’ foi o escolhido pela torcida. O desenho é de Geraldo Borges e a criação das histórias do músico e escritor Thedy Correa, que também é diretor de Serviços Especializados e Cônsul Cultural do Inter. (Fonte: site do clube)

Confira as sugestões mais votadas:

Guerreiro Vermelho – 40.03%
Interminator – 21.44%
Super Colorado – 14.53%
Capitão Saci – 10.62%
Super Compressor – 8.43%
Super Saci – 4.95%

“Custo Brasília” assusta executivos de empresas entrantes

Embora a Capital Federal seja atraente para os investimentos do varejo e do segmento de serviços, muitos players ainda não aportaram por aqui. É o caso da C&C e da Universo. Enquanto a rede de varejo de materiais de construção adia sua inauguração por entraves burocráticos que envolvem até pedido de propina de gestores públicos locais, a Universidade Salgado de Oliveira, mesmo tendo patrocinado por um bom tempo a equipe local de basquete, desistiu de instalar-se na capital por problemas de ordem ambiental.

Ao grande acréscimo no custo de implantação das operações das empresas na Capital Federal, seja por burocracia,  especulação imobiliária ou por razões tributárias, denominado “Custo Brasília”, que está cada vez maior graças à valorização do Distrito Federal como “oásis mercadológico”.

O “Custo Brasília” não poupa nem as empresas locais. Até quando a iniciativa privada terá que enfrentar estas dificuldades?

Dicas para explorar consultórios como mídia

Em post de 01/04/09, publiquei um post intitulado “consultórios podem virar mídia”, onde relato a possibilidade de, através de vídeos nas salas de espera, estabelecer uma comunicação direta com o público tal qual uma TV por assinatura. Recentemente, um leitor solicitou dicas para explorar este nicho. Aqui vão algumas:

- Estabeleça parceria documentada com o maior número de consultórios, de preferência relacionados a uma única especialidade, pois isto facilita a produção de conteúdos e a seleção do público;

- Contrate um profissional para cuidar dos conteúdos enquanto você viabiliza a comercialização com consultórios e anunciantes. Este profissional deve ser polivalente, tanto para pesquisar conteúdos quanto para produzir vídeos sobre os mesmos.

- Monte no consultório uma estrutura que ofereça um suporte confortável ao público, como TVs LCDs e vídeos legendados (lembre-se que o ambiente onde ele está pode ter ruídos que dificultem a audição do conteúdo!)

- Estabeleça uma rotina de manutenção que evite perda na comunicação com situações como TVs desligadas, por exemplo. Você pode dar treinamento para funcionários do consultório auxiliarem-no neste processo, por exemplo.

- Contate empresas potencialmente interessadas tanto nos prestadores de serviços dos consultórios quanto, principalmente, no público que o procura. Pesquisa seu público para que possa prometer acesso do anunciante a este de forma seletiva.

Fraudes em promoções sofisticam-se e exigem cautela dos internautas

A promoção do Banco do Brasil em parceria com a Cielo é verdadeira, mas esta página da web reproduzida  é uma fraude. Trata-se de uma ardilosa correspondência enviada a diversos internautas, convidando-os a acessarem  este link e cadastrarem-se na promoção. O que nem todo mundo sabe é que para participar da promoção não é necessário se cadastrar, mas apenas realizar compras com o cartão Ourocard em uma máquina da Cielo.

Quem se cadastra nesta página estará fornecendo seus dados para quadrilhas de ciberbandidos. Portanto, amigo internauta, tome cuidado com as promoções! Procure acessar apenas as páginas oficiais das empresas patrocinadoras das promoções.